Banco Yamaha

Gestão de Riscos

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO

Em conformidade com a Resolução 4.557 do BACEN, o Banco Yamaha Motor do Brasil S.A. constitui a estrutura de Gerenciamento de Risco da seguinte forma:

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS


  • COMPLIANCE E CONTROLES INTERNOS


    SISTEMAS DE CONTROLES INTERNOS - COMPLIANCE

    A implantação de um modelo de Compliance é uma iniciativa do Banco Yamaha no sentido de buscar mais qualidade e segurança para atuar no mercado, garantindo assim as melhores práticas de mercado para as nossas operações.

    Na prática, Compliance implica estar em conformidade com as leis, os regulamentos internos e externos e os princípios corporativos que garantem as melhores práticas de mercado.

    Seu objetivo não é apenas evitar que as instituições financeiras sejam usadas para operações ilegais, como a de lavagem de dinheiro.A missão de Compliance - ao lado das áreas de Risco e de Auditoria - é fortalecer a cultura de controles internos, conscientizando as áreas quanto à importância da adequação aos parâmetros, métodos e padrões, estabelecidos internamente e pelas autoridades fiscalizadoras, buscando minimizar os riscos nas atividades desenvolvidas na Instituição.

    O Compliance do Banco Yamaha é formado por profissionais que atentam diariamente para as mudanças no mercado, estabelecendo parâmetros para adequar a instituição às exigências feitas pelos órgãos reguladores.

    Os profissionais dessa área atuam como consultores exclusivos das várias frentes do Banco Yamaha, auxiliando na superação das dificuldades do dia-a-dia, orientando na prevenção de problemas, desenvolvendo um trabalho ativo na implantação de melhorias em todas as operações e colaborando para o sucesso de cada novo projeto desde o seu início.

  • RISCO OPERACIONAL


    RISCO OPERACIONAL

    Um dos requerimentos do Novo Acordo de Capitais da Basiléia é a Mensuração, Gestão e Controle do Risco Operacional, o que representa um importante desafio no que se refere à consolidação de dados de perdas e análises estatísticas.

    Os Riscos Operacionais relacionam-se às perdas esperadas e/ou inesperadas da instituição, em virtude de seus sistemas, práticas e medidas de controle incapazes de resistir a erros humanos, à infra-estrutura de apoio danificada, a falha de modelagem, de serviços ou de produtos, e as mudanças no ambiente empresarial.

    As implicações do Acordo de Capital da Basiléia II são abrangentes e exigem das instituições financeiras decisões quanto à alocação de recursos - tanto de capital quanto humanos.

    O Risco Operacional é analisado por meio de informações coletadas gerencialmente de todas as áreas e através de dados extraídos de balancetes semestrais sobre perdas contabilizadas.

    Contudo o Banco Yamaha vem trabalhando efetivamente nesta nova estruturação, bem como seguindo os padrões e solicitações definidas pelo Banco Central do Brasil para atender as exigências legais pertinentes a toda às áreas.

    Entendemos que a adequada identificação, controle e mitigação do Risco Operacional é de extrema importância para o crescimento saudável e a sobrevivência dos negócios evitando surpresas que possam afetar, em diferentes níveis, os objetivos estabelecidos.

  • RISCO DE CRÉDITO


    GESTÃO DO RISCO DE CRÉDITO

    A política de Gerenciamento do Risco de Crédito visa garantir a integridade dos ativos do Banco através de controles que assegurem níveis adequados de risco e controle das perdas, com o intuito de otimizar o resultado da Instituição.

    O risco de crédito é definido como a probabilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador (cliente) ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador (cliente), à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação.

    ATRIBUIÇÕES

    Comitê Executivo
    - Revisão e aprovação das Políticas e Normas da área de Gerenciamento de Risco de Crédito com periodicidade mínima anual;
    - Avaliar e julgar os casos de exceção a Política adotada.

    Diretoria Geral
    - Realizar o acompanhamento das atividades inerentes a área de Gerenciamento de Risco de Crédito;
    - Apresentar ao Comitê Executivo os resultados e a efetividade das ações visando a diminuição dos índices de inadimplências da carteira.

    Gestão de Risco de Crédito
    - Analisar a carteira de crédito em relação às políticas vigentes, propondo eventuais ajustes visando manter uma carteira saudável;
    - Acompanhar a inadimplência da carteira, garantindo que o provisionamento seja suficiente para cobertura de perdas esperadas e inesperadas;
    - Posicionar periodicamente a Diretoria responsável pelo Risco de Crédito, através de relatórios gerenciais.

    Auditoria Interna
    - Verificar a qualidade e consistência dos procedimentos adotados pela Instituição para o Gerenciamento de Risco de Crédito;
    - Avaliar o cumprimento da Política de Risco de Crédito e os procedimentos adotados pela Instituição.

    METODOLOGIAS

    A mensuração e o controle de risco de credito é realizado por meio das seguintes metodologias:

    Controle de Risco de Crédito:
    - Modelo Score: É realizada a modelagem analítica de score bem como o acompanhamento do indicador para a concessão do crédito e gestão do risco;
    - Rating de Crédito: É utilizado modelo de rating de crédito para a classificação do risco do cliente;
    - Limite de Crédito: É estabelecido limites de alçadas para a concessão de crédito;
    - Garantias: É realizado o monitoramento das garantias de crédito.
    - Backtesting: É monitorado e avaliado a aderência dos parâmetros e resultados utilizados nos modelos.
    - Provisão de Perda: É utilizado modelo de provisão de perda para o calculo da exposição de risco de crédito.
    - Teste de Estresse (Stress Test): É realizado teste de estresse e verificado o possível impacto de acordo com o cenário utilizado.
    - Relatórios Gerenciais: São elaborados periodicamente relatórios gerenciais e realizado o reporte a alta administração.

  • RISCO DE MERCADO E LIQUIDEZ

    GESTÃO DE RISCO DE MERCADO E LIQUIDEZ

    As Políticas de Gestão de Risco de Mercado e Liquidez são partes integrantes das Políticas Corporativas do Banco Yamaha Motor do Brasil S.A. e focam em assegurar que as melhores práticas são aplicadas no gerenciamento financeiro da Instituição.

    O Gerenciamento de Risco de Mercado e Liquidez do Banco Yamaha Motor do Brasil S.A tem por objetivo identificar, medir, acompanhar e monitorar a possibilidade da ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado das posições detidas pela Instituição, bem como a possibilidade de a instituição não ser capaz de honrar eficientemente suas obrigações ou não conseguir negociar a preço de mercado uma posição.

    ATRIBUIÇÕES

    Comitê de Tesouraria, Risco de Mercado e Liquidez
    - Revisar e aprovar as Políticas de Risco de Mercado e Liquidez, com periodicidade mínima anual;
    - Aprovar os limites propostos pela Diretoria responsável pelo Risco de Mercado e Liquidez.

    Gerenciamento de Risco de Mercado e Liquidez
    - Elaborar e divulgar as Políticas de Gerenciamento de Risco de Mercado e Risco de Liquidez;
    - Apresentar ao Comitê de Tesouraria, Risco de Mercado e Liquidez os resultados dos limites operacionais;
    - Propor ao Comitê de Tesouraria, Risco de Mercado e Liquidez, quando necessário, a alteração dos limites operacionais e das metodologias utilizadas para o controle de riscos de Mercado e Liquidez.
    - Identificar, avaliar, monitorar os riscos assumidos pela Área Financeira;
    - Medir, acompanhar os limites aprovados pelo Comitê de Tesouraria, Risco de Mercado e Liquidez, bem como definição de plano de ação em conjunto com as áreas envolvidas em caso de extrapolações de limites;
    - Efetuar o reporte diário para a Alta Administração dos limites operacionais.

    Auditoria Interna
    - Verificar a qualidade e consistência dos procedimentos adotados pela instituição para o gerenciamento de riscos;
    - Avaliar o cumprimento das Políticas e os procedimentos adotados pela Instituição.

    METODOLOGIAS

    A mensuração e o controle de risco de mercado e liquidez são realizados por meio das seguintes metodologias:

    Controle de Risco de Mercado:
    - Cálculo do VaR (Value at Risk): Calculado diariamente pela área de Gerenciamento de Risco conforme determinação do BACEN, com o objetivo de controlar as exposições ao risco de mercado, apurando a perda máxima esperada dentro de um determinado horizonte de tempo e intervalo de confiança, em condições normais de mercado.
    - Teste de Estresse (Stress Test): Calculado diariamente pela área de Risco, através da simulação do comportamento das carteiras do Banco analisando diferentes cenários.
    - Backtesting: Calculado diariamente pela área de Gerenciamento de Risco de Mercado, compara o histórico das perdas estimadas pelo Var com os retornos observados da carteira, validando as estimativas do VaR Paramétrico e verificando a consistência entre as perdas observadas e as perdas efetivadas.
    - Análise de Descasamentos: Avaliada diariamente, é efetuada a partir de relatórios que distribuem todas as posições da carteira pelos diferentes indexadores (moedas e taxas de juros). Trata-se da representação gráfica por fator de risco dos fluxos de caixa a valor de mercado, alocados nas datas de vencimento, utilizada para avaliação de exposição a risco em um horizonte de tempo.

    Controle de Risco de Liquidez:
    - Fluxo de Caixa: Trata-se da previsão de entradas e saídas de recursos para os próximos períodos. Tem por objetivo de garantir a solidez financeira da Instituição no curto, médio e longo prazo.
    - Caixa Mínimo: Monitorado diariamente pela área de Gerenciamento de Risco de Liquidez e reportado à Alta Administração, é formado pelos recursos com liquidez que podem ser usados para pagamento das obrigações de uma Instituição, em momentos de stress de mercado.
    - Plano de Contingência de Liquidez: Procedimento de gestão a ser adotado quando a projeção de liquidez em curto prazo indica a definição de níveis inferiores ou no caso de falta de recursos e agravamento da crise no mercado financeiro.
    - Análise de Descasamentos de Ativos e Passivos: Agrupamento de saldos marcados a mercado, com seu respectivo prazo de duração. Essa técnica tem como objetivo avaliar preliminarmente os descasamentos entre ativos e passivos.
    - Limites Operacionais: Aprovação de Contrapartes autorizadas para a realização de operações e limites para realização de operações, bem como de concentração visando tanto as operações de investimentos quanto as operações de funding.

  • GERENCIAMENTO DE CAPITAL

    Gestão de Capital
    A estrutura de gerenciamento de capital implementada pelo Banco Yamaha Motor utiliza mecanismos que possibilitam a identificação e avaliação dos riscos relevantes incorridos pela instituição, inclusive aqueles não cobertos pelo PRE, a otimização do uso do capital e a antecipação das necessidades futuras de aumento de capital para sustentar os objetivos estratégicos da Instituição.

    ATRIBUIÇÕES

    Comitê Executivo:
    - Revisar e aprovar a Política de Gerenciamento de Capital, e suas futuras revisões, com periodicidade mínima anual;
    - Aprovar o business plan anualmente.

    Gerenciamento de Capital:
    - Assessorar o Comitê quanto à necessidade de Alocação de Capital;
    - Acompanhar os limites de exposição aos riscos;
    - Realizar simulações visando à otimização do resultado frente aos riscos;
    - Validar os processos, modelos e gerenciamento de riscos;
    - Monitorar e controlar o capital mantido pela Instituição;
    - Medir, acompanhar os limites aprovados pelo Comitê Executivo;
    - Efetuar o reporte mensal dos limites operacionais para a Diretoria.

    Diretoria Financeira:
    - Efetuar as projeções Financeiras de Curto, Médio e Longo Prazo.

    Auditoria Interna:
    - Verificar a qualidade e consistência dos procedimentos adotados pela instituição para o gerenciamento de capital;
    - Avaliar o cumprimento da Política de Gerenciamento de Capital e os procedimentos adotados pela Instituição.

    Auditoria Externa:
    - Verificar se há ineficiência nos processos que possam causar impactos nas Demonstrações Financeiras da Instituição.
    - A apuração do capital regulatório é realizada através de modelos padronizados determinados pelo BACEN. O gerenciamento para a adequação de capital é realizado através da consolidação das informações do Patrimônio de Referência (PR) e do Patrimônio de Referência Exigido (PRE).

    MÉTODOS DE CONTROLE

    Adequação de Capital:
    A apuração do capital regulatório é realizada através de modelos padronizados determinados pelo BACEN. Visa monitorar e controlar o capital mantido pela instituição e avaliar a necessidade de capital para fazer face aos riscos a que a instituição está sujeita. O gerenciamento para a adequação de capital é realizado através da consolidação das informações do Patrimônio de Referência (PR) e do Patrimônio de Referência Exigido (PRE).

    Apuração do Patrimônio de Referência (PR)
    O Banco Yamaha Motor do Brasil S.A. apura o Patrimônio de Referência (PR) de acordo com o artigo 1º da Resolução 3.444/07 do BACEN:

    Nível I do PR: é apurado mediante a soma dos valores do patrimônio líquido, aos saldos das contas de resultado credoras deduzindo os saldos das contas de resultados devedoras, excluídos os valores correspondentes a instrumentos financeiros derivativos para hedge de fluxo de caixa.

    Nível II do PR: Não aplicável ao BYMD.

    Apuração do Patrimônio de Referência Exigido (PRE)
    re Em conformidade com a Resolução 3.490/08, o PRE é apurado pela soma do valor total das exigências de capital de cada uma das parcelas:
    PRE = PEPR + PJUR + POPR
    PEPR ? Parcela referente às exposições ponderadas pelo fator de ponderação de risco a elas atribuído, conforme Circular 3.360.
    PJUR ? Parcela referente ao risco das operações sujeitas à variação de taxa de juros e classificação na carteira de negociação.
    ? PJUR1 ? Referente às exposições sujeitas às variações de taxas de juros prefixadas denominadas em real, conforme Circular 3.361.
    POPR ? Parcela referente ao Risco Operacional. A partir da data base Julho de 2011, para a alocação de capital o Banco passou a utilizar o método Padronizado Alternativo Simplificado, reduzindo significativamente a alocação de capital para o risco operacional.
    RBAN ? Conforme determinação do BACEN, O Banco Yamaha mantém PR suficiente para cobertura do risco de taxa de juros das operações não incluídas na carteira de negociação (Banking Book), na forma das Resoluções 3.490/07 e 3.464/07 e Circular 3.365/07.

    Plano de Capital:
    Atualizado anualmente, no mês de outubro, o Plano de Médio Prazo tem como horizonte de análise os três próximos anos. Adicionalmente, foi estabelecido processo de gerenciamento de capital regulamentar, o qual monitora e avalia a estrutura do capital existente antecipando-se as necessidades futuras de aumento de capital para sustentar seus objetivos estratégicos e suportar os riscos assumidos.

    Metas e Projeções de Capital:
    As projeções de capital são realizadas de acordo com as premissas comerciais determinadas pela Alta Administração, considerando cenários macroeconômicos, num horizonte de tempo de três anos.
    Ao consolidar as informações, projetam-se as demonstrações financeiras e verifica-se a exigibilidade de capital.

    Plano de Contingência de Capital:
    O Plano de Contingência de Capital do Banco Yamaha Motor do Brasil S/A tem por objetivo estabelecer níveis de capital compatíveis com as projeções de negócios e os riscos assumidos, em cenário de crise.

    Relatórios:
    Para um monitoramento e controle efetivo do Gerenciamento de Capital, são elaborados e enviados mensalmente para Alta Administração relatórios contendo informações sobre o Índice de Basiléia, Índice de Alavancagem, Compatibilização do PR com o PRE. Tais informações estão disponíveis nos arquivos Anexo I _Composição do Patrimônio de Referência (PR) e informações sobre a adequação do PR e Anexo II_ Modelo Comum de divulgação de informações sobre a Razão de Alavancagem (https://www.yamaha-motor.com.br/servicos-financeiros/banco-yamaha/institucional) e tem por objetivo mostrar os níveis de capital vigentes..

    Revisão de Políticas e Estratégias:
    A política e estratégias da instituição são validadas e revisadas anualmente pelo Comitê Executivo da Instituição e toda vez que julgarem necessárias revisões e adequações de novas estratégias ou políticas.

    Fontes de Capital:
    A principal fonte de capital do Banco Yamaha Motor do Brasil S.A, é a Yamaha Motor do Brasil, mediante aprovação da Yamaha Motor Company.

  • RISCO SOCIOAMBIENTAL

    No Banco Yamaha a gestão do Risco Socioambiental foi estruturada com base nos conceitos da Resolução nº 4.327 de Abril de 2014 do CMN.

    O risco socioambiental é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas oriundas de danos socioambientais. Em seu gerenciamento deve ser considerado: sistemas, rotinas, procedimentos, novas modalidades de produtos ou serviços, entre outros exemplos.

    O gerenciamento dos riscos e impactos socioambientais terão como base os seguintes aspectos:

    - Eficiência no consumo de recursos naturais;

    - Gestão adequada de resíduos;

    - Aspectos relacionados ao trabalho análogo a escravo, infantil e à exploração sexual;

    - Aspectos socioambientais nos processos de contratação de fornecedores e prestadores de serviços;

    - Aspectos sobre restrições socioambientais do imóvel.

AVISO DE FRAUDE

Através de denúncias recebidas em nosso SAC, a YAMAHA tomou conhecimento que, através de sites de compra especializado, classificados de jornais e telemarketing, estão sendo oferecidos produtos da nossa marca com valores muito inferiores aos de mercado.

Esses anúncios consistem na oferta de produtos por supostos funcionários da Yamaha que adquirem os produtos com descontos diretamente na fábrica ou por funcionários de supostas empresas parceiras da Yamaha, a fim de justificar os baixos valores anunciados.

Para dar maior realidade à fraude, esses criminosos falsificam notas fiscais com a logomarca da YAMAHA e/ou do nome de uma Concessionária Autorizada Yamaha, na tentativa de induzir a pessoa interessada na compra a acreditar tratar-se de operação legal.

Não obstante, a Yamaha informa que não efetua venda direta ao consumidor e que é vedado aos seus funcionários a aquisição de produtos para fins de comercialização a terceiros. Assim, toda a negociação, venda e entrega de nossos produtos 0km é realizada, exclusivamente, pela rede de concessionárias autorizadas.

Para evitar esse tipo de fraude, confirme a veracidade das informações apresentadas no anúncio visitando pessoalmente a concessionária antes de concretizar a compra, e principalmente, antes de efetuar qualquer pagamento.

A lista completa das concessionárias autorizadas da marca YAMAHA pode ser consultada no seguinte endereço eletrônico: www.yamaha-motor.com.br

Para mais informações, consulte o nosso SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente) pelo telefone (11) 2431-6500, de segunda à sexta-feira, das 8h às 20h e sábado das 8h às 14h, ou por e-mail: sac@yamaha-motor.com.br - SAC Consórcio: 0800-774-3233 ou e-mail: sac.consorcio@yamaha-motor.com.br - SAC Banco: 0800-774-8283 ou e-mail: sac.banco@yamaha-motor.com.br - ou ainda o CAS - Atendimento aos portadores de deficiência auditiva ou de fala: 0800-774-1415

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